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Move Brasil já movimenta R$ 4,2 bilhões e financiou os primeiros 400 caminhões Mercedes

Move Brasil já movimenta R$ 4,2 bilhões e financiou os primeiros 400 caminhões Mercedes

Vice-presidente Geraldo Alckmin visita concessionária e reforça impacto do programa na renovação da frota pesada; Iniciativa federal fortalece renovação da frota e deve impactar emplacamentos nos próximos meses.

O Programa Move Brasil segue ganhando força no transporte rodoviário de cargas, e agora com um marco importante dentro da própria indústria. Desde janeiro, a iniciativa já movimentou R$ 4,2 bilhões em financiamentos de caminhões pesados, reforçando o papel da política pública na renovação da frota nacional. E um dos destaques dessa nova fase foi a visita do vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, à Mercedes-Benz do Brasil, em São Paulo.

O encontro aconteceu na concessionária De Nigris e teve como foco apresentar os resultados concretos do programa dentro da montadora. A Mercedes-Benz já contabiliza 400 caminhões financiados pelo Move Brasil, com operações viabilizadas pelo Banco Mercedes-Benz em parceria com o BNDES. É um número relevante, principalmente em um cenário de juros elevados e crédito mais restrito no mercado tradicional.

Segundo executivos da marca, o programa tem provocado uma antecipação nas compras, especialmente entre pequenos e médios frotistas. Como o Move Brasil tem prazo determinado, previsto para encerrar em maio, muitos transportadores estão aproveitando as taxas mais atrativas agora, antes que o cenário financeiro volte a apertar ainda mais. A expectativa é que esses contratos impactem diretamente os emplacamentos a partir de março.


E não estamos falando de nicho. O financiamento contempla praticamente todo o portfólio da fabricante, incluindo Accelo, Atego, Axor, Actros e Arocs, modelos que atendem desde distribuição urbana até operações pesadas e fora de estrada. Empresas de mineração, transporte refrigerado e logística geral já fecharam pedidos, enxergando no programa uma oportunidade real de reduzir custo financeiro e renovar a frota.

O pano de fundo é claro: o Brasil ainda tem mais de 300 mil caminhões com mais de 20 anos rodando pelas estradas. Renovar essa frota significa mais eficiência, menos consumo de diesel, menor emissão de poluentes e mais segurança viária. Os modelos atuais da marca operam com tecnologia BlueTec 6, dentro do padrão Proconve P8 (Euro 6), reduzindo drasticamente emissões e melhorando o desempenho operacional.

Durante o evento, a própria fabricante reforçou que o Move Brasil representa um divisor de águas para o setor. A integração entre governo, bancos e montadoras cria um ambiente mais previsível para investimento, algo fundamental para quem vive de transporte. Para o frotista, a conta fecha no longo prazo: juros menores significam menor custo de aquisição e mais competitividade na operação.

A visita do vice-presidente não foi apenas simbólica. Ela sinaliza que o governo acompanha de perto os impactos do programa na indústria e no transporte. E os números mostram que a engrenagem começou a girar. Se o ritmo continuar, o Move Brasil pode se consolidar como uma das principais ferramentas de renovação de frota pesada dos últimos anos.

E você, já analisou se o Move Brasil pode fazer sentido para sua operação? Comenta aqui embaixo o que acha do programa e compartilhe com aquele frotista que está pensando em renovar a frota. O transporte brasileiro está passando por uma mudança, e quem se antecipa, sai na frente.

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