Desde o último fim de semana de novembro quem passa pelos pedágios do Paraná está isento do pagamento da tarifa. O motivo é o término das concessões vigentes após mais de 24 anos de contrato.
No entanto, o fim do pedágio no Paraná não será para sempre. O Governo do Estado já organiza uma nova concessão, que deve ocorrer no primeiro trimestre de 2022, mas a expectativa é que somente após 1 ano o valor volte a ser cobrado.
Mas até lá, desde que as cancelas foram liberadas, ficaram algumas dúvidas principalmente por parte dos caminhoneiros, profissionais que trabalham nas estradas diariamente.
Com o fim dos pedágios, como vão funcionar as balanças de pesagens?
Segundo o Governo do Paraná, as balanças nas rodovias federais ficarão sob a responsabilidade da união (DNIT). Já as balanças das rodovias estaduais serão desativadas em um primeiro momento e depois serão utilizadas nas novas concessões. Segundo o Governo, o DER/PR está licitando um novo programa de pesagem no estado.
Como vai ficar a manutenção das estradas neste período sem pedágios no Paraná?
O Governo do Paraná informou que o DER/PR está licitando os serviços de conservação do pavimento das rodovias estaduais e de operação de tráfego rodoviário (guincho, inspeção de tráfego, combate a incêndios e incidentes com animais) para rodovias estaduais e federais do anel de integração após o fim dos pedágios. Estes serviços terão início conforme os processos licitatórios são concluídos e os contratos assinados. O investimento estimado é de R$ 240 milhões.
Como fica o atendimento ao caminhoneiro nas rodovias em caso de acidentes ou problemas mecânicos?
Para o atendimento a curto prazo, os usuários contarão principalmente com os serviços oferecidos pelo poder público. O resgate das vítimas de acidentes nas estradas ficará ao cargo do Corpo de Bombeiros (193), com as ambulâncias do Sistema Integrado de Atendimento ao Trauma (193), Polícia Federal (191) e a Polícia Rodoviária Estadual (198). Dependendo da situação, o socorro poderá ter reforço de ambulâncias do Serviço de Atendimento Médico de Urgência – SAMU (192). Já em casos de falha mecânica o caminhoneiro terá que agir sozinho, por enquanto.
Direto da Redação Planeta Caminhão
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