A Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) anunciou nesta quinta-feira (5) os resultados de agosto da indústria.

A produção de caminhões aumentou 13% e, nas vendas, foi o melhor desempenho do país desde dezembro de 2014.

No total foram produzidos 10,7 mil caminhões no mês, uma queda de 1,7% em relação ao mês de julho. No entanto, essa queda é justificada pelo fato de agosto ter tido um dia útil a menos do que julho.

Nas vendas, entretanto, houve crescimento de 5,5% em relação a julho, com 9.433 unidades vendidas, contra 8.942 do mês anterior. No acumulado do ano o crescimento é de 41,4%, de janeiro a agosto foram licenciados 65.157 caminhões, contra 46.072 no mesmo período de 2018.

Segmentos

Pesados, novamente lideraram as vendas. Impulsionados pelo crescimento do mercado do agronegócio, o segmento vendeu 4.922 unidades, 8,7% a mais do que em julho, quando foram vendidos 4.529 caminhões e 35% a mais do que em agosto de 2018, que registrou 3.649 emplacamentos. No acumulado do ano, o segmento registra alta de 61,5%, com 33.492 caminhões licenciados, contra 20.742 do mesmo período do ano passado.

No entanto, semi-leves, leves e médios continuam patinando, com vendas que por vezes ficam abaixo das médias anteriores. O segmento de leves, por exemplo, apresentou queda de 10% no comparativo com julho, com 907 unidades vendidas, contra 1.009 do mês anterior. Além de queda de 3,5% na comparação com agosto de 2018 e diminuição de 3,6% no acumulado do ano.

Para o presidente da Anfavea, Luiz Carlos Moraes, um dos grandes motivos da queda nessas vendas é a demora para a recuperação em alguns setores.

“O que está faltando para ter um crescimento mais equilibrado nos outros segmentos é construção civil voltar mais forte, infraestrutura voltar de forma mais forte e o varejo, que é o consumo das famílias, o que é consumido nas cidades, também, voltar mais forte”, afirmou Moraes. “O mercado de caminhões mostra a realidade da economia. Hoje, a economia, em vários setores ainda não está na mesma velocidade. Quando nós tivermos um crescimento mais homogêneo na economia, veremos os outros segmentos de caminhões crescendo, mas com certeza, o agronegócio continuará sendo o grande líder de compras no mercado de caminhões”, finalizou.


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