A Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) anunciou nesta quarta-feira (6) os números das vendas de veículos no mês de outubro de 2019. O resultado foi positivo com 228.183 unidades vendidas, um valor 8,6% maior do que setembro, que apresentou 210.017 veículos emplacados.

VENDAS DE VEÍCULOS EM OUTUBRO

O valor também é 1,1% mais alto do que o apresentado em outubro de 2018, quando foram licenciadas 225.700 unidades. No acumulado do ano já foram vendidos 2.038.407 veículos, 10% a mais do que no mesmo período de 2018.

Caminhões

O segmento de caminhões continua apresentando bons números, em boa parte por conta do bom desempenho de pesados e semipesados.

Juntas as duas categorias correspondem a quase 75% do total de caminhões vendidos no mês, com 7.022 unidades emplacadas, de 9.418 do total de veículos licenciados em outubro.

O pior segmento é o de leves, que apesar de ter apresentado uma alta expressiva em relação a setembro, com 1.079 caminhões vendidos contra 893 do mês anterior, continua com índice negativo na comparação com o mesmo período do ano passado e também no acumulado do ano. Até o momento, foram emplacados 9.268 caminhões leves em 2019, no mesmo período de 2018, o valor era 3,6% maior, com 9.616 unidades vendidas.

Pensamento no futuro

O presidente da Anfavea, Luiz Carlos Moraes, aproveitou a recente realização da Fenatran para falar sobre novas tecnologias e o futuro dos veículos automotores. Ao mesmo tempo em que o projeto “Pró-Álcool”, completa 40 anos, montadoras apresentaram uma série de soluções para novos combustíveis mais sustentáveis e com diminuição de emissão de poluentes.

Moraes frisou o início da comercialização de caminhões movidos a GNV e elétricos, além da proximidade de caminhões à GNL e também a futura implantação do padrão Euro 6 no Brasil.

“A indústria automobilística entregou na Fenatran alta tecnologia. Não é protótipo, não é carro de experiência. Os investimentos anunciados há três, quatro anos atrás, já estão sendo vendidos no Brasil. Nós estamos entregando para o transportador, para a sociedade, veículos super tecnológicos, de acordo com os melhores padrões do mundo”, afirmou Luiz.

O presidente da Anfavea também falou sobre a questão da renovação de frota, que segundo ele, mais do que um problema a ser resolvido pela indústria automobilística, é um problema social.

“Nós defendemos a renovação da frota não com o olhar da indústria automobilística, nós vemos esse tema como um problema da sociedade. Nós temos caminhões inseguros, poluindo muito as cidades, causando congestionamentos enormes. Nós temos que ter um olhar social em relação a isso, nós temos pessoas, famílias, motoristas, trabalhadores em condições ruins, mas que dependem desses veículos. Estamos trabalhando em parceria com o governo de São Paulo para buscar o melhor modelo possível para renovação da frota, primeiramente consolidando a nível estadual e posteriormente a nível Brasil. Ainda não temos uma data, já que não é um desafio tão simples, mas a Anfavea irá liderar esse assunto”, finalizou.


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