O Contran (Conselho Nacional de Trânsito) criou novas regras para o padrão de identificação dos veículos brasileiros e apresentou a quarta versão da nova placa Mercosul.

Já disponível em sete estados e presente em mais de 2 milhões de veículos no país, o novo formato tira alguns elementos de segurança e fica mais simples do que o primeiro modelo, lançado em 11 de setembro de 2018.

A última versão não apresenta as palavras “Brasil” e “Mercosul” com efeito difrativo aplicado sobre as letras e números e na borda externa da placa. Os itens eram utilizados para precaver clonagens e falsificações das placas.

As inscrições, agora, são apresentadas na mesma cor dos caracteres, no entanto, as empresas que estampam e aplicam os elementos gráficos podem usar seus estoques de películas com os elementos antigos até acabarem.

Histórico de mudanças

Desde que começou a rodar no Rio de Janeiro, a placa Mercosul passou por outras duas alterações visuais. A primeira retirou o lacre, utilizado até hoje na placa cinza, e substituído pelo QR Code – que permite rastrear todo o processo de produção da placa. A segunda eliminou a bandeira do estado e do brasão do município de registro do veículo.

Veículos que tenham os primeiros modelos da placa já instalados não precisam realizar nenhuma mudança. Inclusive, o novo modelo será exigido apenas para veículos novos ou, no caso de veículos já em circulação, quando houver mudança de município ou, ainda, se a placa for furtada ou danificada.

O Contran adiou o prazo para a implantação obrigatória do padrão Mercosul em todo o Brasil de 30 de junho de 2019 para 31 de janeiro de 2020.


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